Mato Grosso reafirma sua soberania no agronegócio mundial. Em fevereiro de 2026, o estado registrou um recorde histórico no esmagamento de soja, consolidando a tendência de industrialização da produção dentro do próprio território mato-grossense. O aumento no processamento reflete diretamente na balança comercial, com destaque para a exportação de farelo e óleo.
Os Números do Sucesso
De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a marca superou todas as expectativas para o período, impulsionada por:
- Alta Capacidade Industrial: Novas plantas de processamento e a modernização das já existentes permitiram um fluxo maior de grãos.
- Demanda Internacional: O mercado externo, especialmente a China e a Europa, aumentou a procura pelo farelo de soja mato-grossense para a nutrição animal.
- Valor Agregado: Ao esmagar a soja aqui, o estado exporta um produto mais caro que o grão bruto, gerando mais impostos e empregos locais.
Impacto para o Produtor
Para o produtor de Campo Novo e região, o recorde traz boas perspectivas:
- Liquidez: Com as indústrias operando a pleno vapor, a demanda interna pelo grão permanece alta, garantindo escoamento da safra.
- Preços: A maior procura industrial ajuda a sustentar os preços pagos ao produtor, mesmo em períodos de grande oferta.
- Biodiesel: O aumento no esmagamento também eleva a oferta de óleo de soja, essencial para a mistura do biodiesel, setor que ganha cada vez mais relevância na matriz energética nacional.
Logística e Desafios
Apesar do recorde, o setor alerta para a necessidade de melhorias contínuas na logística (rodovias e ferrovias) para que o farelo e o óleo cheguem aos portos com agilidade e menor custo de frete.
Fonte: Redação Plantão CNP / Com informações de Nortão MT e IMEA









