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Golpe do Aluguel: Operação da Polícia Civil mira mulher que aplicava estelionato imobiliário em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23/04), a Operação Falso Locador. A ação visa desmantelar um esquema de estelionato digital onde uma mulher criava anúncios fraudulentos de casas para locação em Lucas do Rio Verde, enganando vítimas que buscavam moradia no município.

A Estratégia da Investigada
Segundo as investigações conduzidas pela Delegacia de Lucas do Rio Verde, a suspeita utilizava plataformas como o Marketplace do Facebook e grupos de WhatsApp para anunciar imóveis que não estavam disponíveis.

A “Isca”: Para convencer os interessados, ela autorizava a visitação ao imóvel (muitas vezes casas vazias ou cujos donos estavam ausentes), mas alegava que não poderia acompanhar presencialmente por estar “em viagem”.

O Prejuízo: Após ganhar a confiança da vítima, a mulher solicitou transferências via Pix. Uma das vítimas chegou a transferir R$ 7 mil (R$ 3 mil de caução e R$ 4 mil de antecipação de aluguel). Assim que o dinheiro caía na conta, a suspeita bloqueava o contato.

Operação e Mandados
Com base nas provas colhidas, o delegado Breno Houly Palmeira representou ao Judiciário, que expediu:

3 mandados de busca e apreensão;

Quebra de sigilo telefônico;

Sequestro de valores das contas bancárias da investigada.

As ordens foram cumpridas em endereços ligados à suspeita. A polícia descobriu que ela utilizava uma estrutura digital planejada, com contas bancárias abertas recentemente e linhas telefônicas em nomes de terceiros para dificultar o rastreio da justiça.

Alerta à População
O delegado ressaltou que as medidas são essenciais para identificar possíveis cúmplices e tentar recuperar o dinheiro das vítimas. A orientação para quem busca aluguel é nunca realizar pagamentos de caução ou reserva sem antes confirmar a identidade do proprietário por meio de documentos originais ou através de imobiliárias credenciadas, além de evitar negociações feitas exclusivamente por aplicativos de mensagens.

Fonte: Redação Plantão CNP / Assessoria PJC-MT

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