O roubo que originou a investigação ocorreu no período da tarde do dia 30 de maio de 2026, por volta das 14h40. De acordo com os autos do inquérito policial, o suspeito invadiu o estabelecimento comercial — situado na Avenida Presidente Getúlio Vargas — trajando camiseta preta, bermuda colorida, tênis cinza e boné preto.
Para render as funcionárias que estavam no balcão e nos caixas, o criminoso levou repetidamente as mãos à região da cintura, simulando portar uma arma de fogo por baixo da roupa. Sob fortes ameaças psicológicas e verbais, ele exigiu a abertura imediata das gavetas financeiras e subtraiu a quantia exata de R$ 994,98 em cédulas antes de fugir a pé pelo fluxo do centro de Cuiabá.
Câmeras de Monitoramento e Histórico de Prisões
Toda a dinâmica da ação delituosa foi registrada pelo circuito interno de câmeras de segurança da loja de calçados. As imagens de alta definição foram recolhidas e analisadas pelo Núcleo de Inteligência da Derf, o que permitiu o reconhecimento imediato e a qualificação do investigado.
Ao puxarem a ficha criminal do jovem, os investigadores constataram que ele possui extensa folha corrida com múltiplas condenações passadas pelos crimes de roubo majorado e furto qualificado. O histórico aponta que ele havia sido condenado por outros crimes patrimoniais no início do ano de 2026, contudo, recebeu o benefício de progressão de regime e foi colocado em liberdade no mês de abril, voltando a atacar estabelecimentos comerciais em diversos bairros da capital semanas após sair da cadeia.
Prisão Preventiva Decretada
Diante do risco latente à ordem pública e da reincidência comprovada, o delegado responsável pelo caso, Hugo Abdon, representou junto ao Poder Judiciário pela decretação da prisão preventiva do rapaz, medida que foi prontamente chancelada pela Vara Criminal competente.
“A conclusão da investigação e o cumprimento do mandado demonstram a atuação permanente da Derf de Cuiabá no enfrentamento aos crimes patrimoniais na Capital”, pontuou o delegado Hugo Abdon, destacando a necessidade de manter o suspeito afastado do convívio social.
O preso passou pelos exames de corpo de delito e foi encaminhado à audiência de custódia, de onde seguirá diretamente para uma unidade penitenciária do estado, onde permanecerá trancafiado aguardando o decorrer da instrução processual.
Plantão CNP – A notícia com agilidade e compromisso com a verdade.
Fonte: Redação Plantão CNP / Assessoria Polícia Civil-MT (Derf).







