A empresária e advogada Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro foi encaminhada para a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, após ser presa pela Polícia Federal durante a Operação Bóreas, deflagrada nesta terça-feira (25 de agosto). Ela é investigada por suspeita de participação em um esquema de tráfico internacional de drogas.
Antes de ser levada à unidade prisional, Thatiana passou por audiência de custódia na Superintendência da Polícia Federal. No presídio, ficará em espaço destinado a profissionais da advocacia. A defesa já protocolou pedido para revogar a prisão preventiva.
A investigação também alcança Márcio Theodoro, irmão da empresária, apontado como possível liderança do grupo investigado. Ele foi preso em fevereiro de 2025, em Marianópolis, no Tocantins, dentro de uma aeronave carregada com cocaína.
Segundo o advogado Fernando Faria, Thatiana não possui ligação direta com o esquema apurado. A defesa também afirma que a empresa da qual ela é sócia, responsável pelo Tatu Bola Bar, localizado na Praça Popular, em Cuiabá, não é alvo da operação.
Ainda conforme o defensor, não houve mandado de busca e apreensão, bloqueio de valores ou outra medida judicial direcionada à empresa.
A Operação Bóreas apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de transportar grandes carregamentos de cocaína e armas da Bolívia e do Peru para o Brasil. Conforme a Polícia Federal, aeronaves e pistas clandestinas seriam utilizadas na logística do grupo.
Além das prisões, foram cumpridas ordens de busca e apreensão e medidas de bloqueio e sequestro de bens e valores. A PF também pediu a inclusão de dez investigados na Difusão Vermelha da Interpol.
Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro.Advogada presa em operação contra tráfico internacional é levada para presídio feminino em Cuiabá
A empresária e advogada Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro foi encaminhada para a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, após ser presa pela Polícia Federal durante a Operação Bóreas, deflagrada nesta terça-feira (25 de agosto). Ela é investigada por suspeita de participação em um esquema de tráfico internacional de drogas.
Antes de ser levada à unidade prisional, Thatiana passou por audiência de custódia na Superintendência da Polícia Federal. No presídio, ficará em espaço destinado a profissionais da advocacia. A defesa já protocolou pedido para revogar a prisão preventiva.
A investigação também alcança Márcio Theodoro, irmão da empresária, apontado como possível liderança do grupo investigado. Ele foi preso em fevereiro de 2025, em Marianópolis, no Tocantins, dentro de uma aeronave carregada com cocaína.
Segundo o advogado Fernando Faria, Thatiana não possui ligação direta com o esquema apurado. A defesa também afirma que a empresa da qual ela é sócia, responsável pelo Tatu Bola Bar, localizado na Praça Popular, em Cuiabá, não é alvo da operação.
Ainda conforme o defensor, não houve mandado de busca e apreensão, bloqueio de valores ou outra medida judicial direcionada à empresa.
A Operação Bóreas apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de transportar grandes carregamentos de cocaína e armas da Bolívia e do Peru para o Brasil. Conforme a Polícia Federal, aeronaves e pistas clandestinas seriam utilizadas na logística do grupo.
Além das prisões, foram cumpridas ordens de busca e apreensão e medidas de bloqueio e sequestro de bens e valores. A PF também pediu a inclusão de dez investigados na Difusão Vermelha da Interpol.
Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro.







