A assessoria do médico Euller Gustavo Preza contestou a associação entre ações judiciais referentes a outros atendimentos e a morte de uma paciente durante uma cirurgia, na sexta-feira, 16 de outubro, em Cuiabá. Em nota, as equipes jurídica e de comunicação ressaltaram que a causa do óbito ainda depende de esclarecimento pericial.
O posicionamento questiona reportagens publicadas desde sábado (17), que abordaram o histórico processual do profissional. Segundo a assessoria, os casos mencionados envolvem procedimentos e períodos diferentes e não permitem estabelecer responsabilidade pela morte recente.
“Nenhum desses processos diz respeito ao óbito ocorrido na última sexta-feira (16), tratam-se de procedimentos e períodos distintos”, afirma o comunicado.
A equipe sustenta que o médico tem mais de 20 anos de atuação e milhares de procedimentos realizados. Também afirma que ele segue protocolos de segurança cirúrgica e trabalha com profissionais qualificados.
A nota destaca que os riscos de uma cirurgia variam conforme as condições de saúde do paciente e as circunstâncias do atendimento. Não apresenta, contudo, uma explicação clínica para a morte nem detalha o procedimento realizado.
A assessoria também questiona a exposição de informações de saúde de ex-pacientes, mesmo sem identificação nominal. Ao final, manifesta solidariedade à família e informa que permanece à disposição das autoridades e da imprensa.







