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Hospital Central de Mato Grosso Inicia Atendimentos pelo SUS Nesta Segunda-feira

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Unidade começa funcionamento com atendimentos ambulatoriais e foco em casos de alta complexidade

Cuiabá — O Hospital Central de Mato Grosso inicia, na tarde desta segunda-feira, os atendimentos pelo Sistema Único de Saúde. A unidade passa a funcionar sob a administração do Hospital Israelita Albert Einstein e terá atuação voltada exclusivamente a casos de alta complexidade, com acesso realizado por meio da regulação do SUS.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, neste primeiro dia de funcionamento serão atendidos 30 pacientes, sendo 10 crianças e 20 adultos. As consultas iniciais contemplam as especialidades de urologia, cirurgia pediátrica e ortopedia pediátrica.

Na primeira semana, os atendimentos serão exclusivamente ambulatoriais, com foco na avaliação clínica dos pacientes e na realização de exames. A ampliação das especialidades e dos serviços ocorrerá de forma gradual, conforme o cronograma estabelecido, até que o hospital atinja sua capacidade plena de operação.

Estrutura e capacidade

O Hospital Central conta com 287 leitos, sendo 191 destinados à enfermaria e 96 para cuidados intensivos. Do total, 60 leitos são de Unidade de Terapia Intensiva. A estrutura inclui ainda um centro cirúrgico com 10 salas e uma sala híbrida equipada com hemodinâmica.

A unidade dispõe de tecnologia de ponta para procedimentos de alta complexidade e cirurgias minimamente invasivas. Entre os equipamentos disponíveis estão tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética, sistemas de hemodinâmica, eletroencefalografia, oxigenação por membrana extracorpórea e equipamentos de endoscopia.

Marco histórico para a saúde pública

Inaugurado em 19 de dezembro, o Hospital Central representa um marco para a saúde pública de Mato Grosso. A obra, que permaneceu paralisada por 34 anos, foi finalmente concluída com a ampliação da área construída de 9 mil para 32 mil metros quadrados.

Com o início dos atendimentos, a unidade passa a reforçar a rede estadual de saúde, ampliando a capacidade de atendimento em alta complexidade e contribuindo para a redução da demanda reprimida no sistema público.

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