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Mulheres no Comando: Competência e Protagonismo Feminino Crescem na Polícia Civil de MT

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A imagem da investigação criminal como um ambiente exclusivamente masculino ficou no passado. Na Polícia Civil de Mato Grosso (PJC-MT), as mulheres têm demonstrado que a inteligência, o preparo técnico e a dedicação são as verdadeiras ferramentas de combate ao crime. Atualmente, elas já representam 32,1% do efetivo total, somando 1.025 policiais em diversas funções estratégicas.

Trajetória de Liderança: O Exemplo da Delegada Bruna Laet

Um dos nomes de destaque nessa trajetória é o da delegada Bruna Laet. Com 11 anos de instituição, sua história inspira novas candidatas:

  • Início: Ingressou em 2015 como investigadora de polícia.
  • Ascensão: Após cinco anos e meio de experiência em campo, tomou posse como delegada.
  • Linha de Frente: Hoje, ela comanda unidades de elite — a Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres.

“A Polícia Civil trabalha com técnica. Tanto homens quanto mulheres podem desempenhar as mesmas funções com excelência. A eventual diferença de força física não é determinante para a qualidade do profissional”, afirma a delegada Bruna.

Diferenciais na Investigação

Para as profissionais da PJC, a presença feminina traz um olhar multifacetado para o trabalho policial. Entre as características destacadas estão:

  • Sensibilidade e Atenção: Essenciais no trato de casos delicados e no atendimento a vítimas vulneráveis.
  • Persistência: O foco em resultados e a resiliência para não desistir de investigações complexas.
  • Quebra de Estigmas: Ocupar cargos de chefia em delegacias especializadas em crimes de fronteira e facções criminosas prova que a competência ignora o gênero.

Desafios e Inspiração

Embora o número de mulheres delegadas ainda seja inferior ao de homens, o cenário está mudando. A delegada Bruna reforça que o estigma social ainda existe, mas é combatido com resultados práticos nas ruas.

O recado para as futuras policiais: “A Polícia Civil também é lugar de mulher. Para quem deseja ingressar, o conselho é manter o foco nos estudos e na preparação física. Competência e vocação para servir à sociedade não têm gênero.”

Fonte: Assessoria PJC-MT

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