A policial penal Juliane de Oliveira deixou a prisão no sábado (19 de setembro) e passou a ser monitorada por tornozeleira eletrônica. Ela estava detida desde maio, quando foi flagrada com mais de três quilos de maconha e aparelhos celulares na entrada da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande.
A prisão ocorreu na manhã de 22 de maio. Durante a inspeção no aparelho de raio-X, agentes encontraram dentro da mochila da servidora mais de três quilos de maconha, sete celulares e dois carregadores.
A suspeita é de que os materiais seriam levados para detentos da unidade prisional. Após o flagrante, Juliane foi conduzida à Central de Flagrantes de Várzea Grande e depois transferida para o Presídio Feminino Ana Maria do Couto, em Cuiabá.
A equipe de reportagem acompanhou a chegada da policial penal à delegacia. Na ocasião, ela chegou sorrindo e negou ter cometido o crime.
“Isso foi um engano e vamos resolver isso aí”, afirmou.
Após permanecer presa por cerca de quatro meses, Juliane recebeu autorização para responder ao processo em liberdade com o uso de tornozeleira eletrônica.
A servidora também havia sido presa em julho de 2019, acusada de facilitar a entrada de celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. O caso mais recente continua sendo investigado pela Polícia Civil.







