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Revoltante: obra inacabada, riscos à população e descaso com patrimônio público

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A situação da Praça Alviar Rother é inaceitável.

Mais de 13 meses após a inauguração oficial, a praça segue com obras inacabadas, falhas evidentes de execução e riscos reais à segurança da população.

O espaço foi aberto ao público sem que os serviços estivessem devidamente concluídos, expondo principalmente crianças, idosos e frequentadores a possíveis acidentes.

O que mais preocupa é que, já no momento da entrega, era visível o péssimo padrão do serviço executado.

As falhas são gritantes e não precisam sequer ser detalhadas neste momento, saltam aos olhos de qualquer cidadão que visita o local.

Ainda assim, cabe ao Poder Executivo e ao Legislativo exercerem seu papel constitucional de fiscalização, elaborando relatório técnico detalhado sobre as condições da obra.

É inadmissível que o município venha a receber definitivamente a praça nessas condições, especialmente considerando que o empreendimento ainda se encontra dentro do período de garantia.

Caso isso ocorra, os prejuízos futuros certamente recairão sobre a população, que acabará pagando novamente por erros que deveriam ser corrigidos pela empresa responsável.

Diante da gravidade do cenário, fica o alerta e o convite formal ao Poder Executivo Municipal, à Câmara de Vereadores e ao Ministério Público para que apurem, com urgência, as reais condições da obra, antes que um acidente de maiores proporções venha a acontecer.

É importante deixar claro: a responsabilidade não é da atual gestão municipal, mas sim da empreiteira responsável pela execução do serviço, que até o momento não demonstrou capacidade de concluir a obra de forma adequada.

Reforçamos esta cobrança de forma veemente e preventiva, antes que alguma criança ou cidadão se machuque em um espaço que deveria ser de lazer, convivência e segurança.

Fica também o alerta e a cobrança aos donos de contêineres que vêm utilizando a praça como ponto de estacionamento irregular.
Além de não ser permitido, esse comportamento coloca pedestres em risco, pode causar atropelamentos e contribui diretamente para a deterioração do patrimônio público.

A população merece respeito. Obras públicas não podem ser tratadas com improviso, negligência ou descaso.

A fiscalização precisa agir, e agir agora.

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