Duas mulheres foram presas após um sargento da Polícia Militar, de 48 anos, ser agredido, roubado e baleado com a própria pistola na madrugada desta quarta-feira, 30 de setembro, em Cuiabá. Uma das suspeitas teria admitido aos policiais que efetuou o disparo que atingiu o braço direito da vítima.
De acordo com o registro policial, o militar estava nas proximidades do bairro Grande Terceiro quando duas mulheres e um homem passaram a agredi-lo. O grupo teria conseguido retirar a arma que ele portava e, na sequência, efetuado disparos contra ele.
A vítima foi encontrada consciente e com uma hemorragia no braço. Os policiais utilizaram um torniquete para conter o sangramento antes de encaminhá-la ao Hospital Municipal de Cuiabá. Naquele momento, segundo a ocorrência, não havia risco iminente de morte.
Além da pistola, os suspeitos teriam levado a caminhonete Chevrolet S10 do sargento. O veículo foi recuperado durante as buscas.
A primeira mulher foi localizada pela Força Tática na Rua 21, no bairro Dom Bosco. Conforme a PM, ela tentou escapar a pé, mas acabou contida. Aos policiais, teria contado que estava com o militar e outras pessoas quando houve um desentendimento relacionado ao pagamento de um suposto programa sexual.
Segundo a versão apresentada por ela, a discussão resultou em luta corporal, e o grupo conseguiu tomar a pistola do sargento. Dois disparos teriam sido efetuados, um deles atingindo a vítima.
A suspeita informou que uma amiga estava com a arma em uma região de chácaras próxima ao Contorno Leste. No local indicado, os policiais encontraram a segunda mulher, que teria fugido e oferecido resistência ao ser alcançada.
A pistola Glock G17, calibre 9 milímetros, foi encontrada na cintura dela. Também foram apreendidas 14 munições intactas. As duas suspeitas foram levadas ao CISC Verdão para os procedimentos cabíveis. O caso foi registrado como tentativa de latrocínio.








