Os celulares dos pais da adolescente que matou Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, continuarão apreendidos. O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o recurso da defesa e manteve a decisão que impede a restituição dos aparelhos.
Isabele morreu após ser atingida por um tiro na cabeça, em julho de 2020, em um condomínio de luxo de Cuiabá. Os telefones de M. M. C. e G. S. O. C. foram recolhidos durante a investigação e estão sob custódia judicial há mais de cinco anos.
A defesa argumentou que os aparelhos já haviam sido periciados e que todo o conteúdo tinha sido copiado. Também alegou violação ao direito de propriedade e ausência de justificativa para prolongar a apreensão.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), porém, entendeu que os celulares ainda poderiam ser utilizados em novas análises.
No STF, o recurso foi rejeitado por unanimidade em julgamento encerrado no dia 2.
Os ministros acompanharam o relator, Edson Fachin, e os aparelhos permanecem à disposição da Justiça de Mato Grosso.







