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Irmão de “Missionária do CV” morre em confronto e tinha mais de 63 passagens

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André Luiz da Veiga, de 37 anos, conhecido como “Bundinha”, morreu durante um confronto com policiais militares da Força Tática na manhã desta sexta-feira (6), na BR-070, na região do Trevo do Lagarto, em Várzea Grande. Ele acumulava mais de 63 passagens pela polícia e era irmão de Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, conhecida como “Missionária do CV”.

Outros três homens que estavam no mesmo veículo também morreram na ocorrência. Conforme a versão apresentada pela Polícia Militar, a equipe fazia rondas na saída para Cáceres quando decidiu abordar o carro.

Segundo a corporação, os ocupantes atiraram contra os militares, que revidaram. Os quatro suspeitos foram baleados e morreram. Nenhum policial ficou ferido, mas a viatura foi atingida por disparos.

Na ação, foram apreendidas uma pistola e três revólveres. Uma das armas era banhada a ouro.

Entre os registros policiais atribuídos a André estão homicídio, tráfico de drogas, extorsão, estelionato, furto, porte ilegal de arma, lesão corporal, ameaça e ocorrências relacionadas à Lei Maria da Penha. O histórico de passagens não equivale, necessariamente, a condenações.

A irmã dele está presa preventivamente desde julho, quando foi alvo da Operação Fariseus. A Polícia Civil investiga a suspeita de que um projeto religioso fosse utilizado para facilitar a comunicação entre integrantes do Comando Vermelho presos e pessoas em liberdade.

Em setembro, o Ministério Público denunciou Rhavenna e outros familiares por suposto envolvimento em atividades ligadas à facção e lavagem de dinheiro. Em outubro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido liminar de liberdade apresentado pela defesa. As acusações ainda dependem de julgamento definitivo.

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