As intervenções atendem aos anseios de moradores e produtores rurais que enfrentam prejuízos materiais contínuos:
- Intermediação com a Concessionária: No gabinete parlamentar, representantes da comunidade reuniram-se com as especialistas da Energisa Mayara Rossetto e Emanuele Pinheiro Monteiro Pulcherio, acompanhados pelos assessores Aparecido Alves e Danilo Reyes;
- Prejuízos Acumulados: Moradores relataram perdas frequentes de equipamentos essenciais. O engenheiro civil aposentado Alfredo Nunes Neto denunciou que a instabilidade da tensão já queimou três bombas de poço artesiano e três motores de portão em sua chácara; a presidente da Associação de Pequenos Produtores Rurais de Morrinho/Fazenda Velha, Niane Aparecida Oliveira Rosa, pontuou que o problema arrasta-se há mais de duas décadas;
- Ofício e Compromisso da Energisa: A comunidade entregou um documento formal exigindo podas de galhos próximos aos fios, limpeza de faixa, manutenção preventiva/corretiva e a substituição do transformador local. A Energisa assumiu o compromisso de priorizar riscos iminentes de segurança e prometeu apresentar, em até 15 dias, o cronograma operacional de poda e manutenção da fiação;
- Obras de Pavimentação Asfáltica: Em diálogo com a secretária adjunta de Cidades, Rafaela Damiani, foram atualizados os três trechos de pavimentação demandados por Max Russi:
- Trechos 1 e 2: As obras situadas no interior da própria comunidade e na subida do morro mantêm o cronograma original de execução;
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- Trecho 3 (MT-040 ao Morro): O trecho que conecta a MT-040 até o pé do Morro de Santo Antônio passará por nova licitação para readequação estrutural visando comportar o fluxo turístico. A meta é homologar o certame até dezembro de 2026 e iniciar a pavimentação em 2027, logo após o encerramento do período chuvoso.







