A nova rota une turismo científico, fotografia de natureza e preservação ambiental na Amazônia mato-grossense, conectando reservas privadas, hotéis ecológicos, propriedades rurais e comunidades locais.
O Percurso e as Espécies
O roteiro foi desenhado para proporcionar uma imersão profunda na biodiversidade do estado:
- Trajeto: O percurso completo liga os municípios de São José do Rio Claro a Alta Floresta, passando por Sinop.
- Duração: A viagem estimada dura cerca de 15 dias.
- Observação: Os turistas e pesquisadores terão a oportunidade de avistar aproximadamente 15 espécies de primatas em seus habitats naturais preservados.
Encontro de Biomas e Estruturação
A criação da rota é fruto de um trabalho de longa data. Segundo Gustavo Canale, professor da UFMT em Sinop e especialista em primatas pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), as discussões para estruturar o segmento começaram em 2015, no âmbito da Sociedade Brasileira de Primatologia.
O especialista destaca que o encontro de três biomas (Amazônia, Cerrado e Pantanal) faz de Mato Grosso um lugar único no planeta. A rota vai potencializar locais que já são referências nacionais em observação de aves, como o Cristalino Lodge (em Alta Floresta) e o Jardim da Amazônia Lodge (em São José do Rio Claro).
Economia Verde e Sustentabilidade
Além de atrair turistas estrangeiros e entusiastas da fotografia, o projeto foca no conceito de “floresta em pé”. A iniciativa visa transformar a rica biodiversidade local em uma engrenagem econômica sustentável, gerando emprego e renda direta para as comunidades tradicionais da região através da conservação.
📍 Plantão CNP – Informação com agilidade e compromisso com o desenvolvimento sustentável de MT. Fonte: Redação Plantão CNP / Secom-MT








